domingo, 22 de fevereiro de 2009
Trailer - O Pagador de Promessas
As aventuras de João Grilo, um sertanejo pobre e mentiroso, e Chicó, o mais covarde dos homens. Ambos lutam pelo pão de cada dia e tentam se livrar de várias enrascadas. Obra de Ariano Suassuna.
Disponível em http://www.youtube.com/watch?v=a3o1Y8491mA
O Pagador de Promessas
Trailer do filme vencedor da PALMA DE OURO de cannes 1962 dirigido por anselmo duarte e produzido por oswaldo massaini, lançado em home video por dynafilmes e autorado por createFX
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Três autos (Gil Vicente)

A obra teatral vicentina reflete os vícios e as virtudes humanas. Assentada na tradição medieval e engajada nos acontecimentos políticos e sociais de seu tempo, funda uma tradição que persiste até nossos dias. O Auto da Alma mostra uma estalagem/igreja que oferece repouso e refeição às almas que estão transitando para a vida eterna. O Auto da Barca do Inferno tem dois barcos ancorados: um comandado pelo diabo; e outro, pelo anjo. O auto de Mofina Mendes representa a anunciação e o nascimento de Jesus. Ao compor suas peças ironicamente reflexivas, Gil Vicente mostra o ser humano e suas limitações.
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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
A Ordem dos Templários
Love song (Nuno Fernandes Torneol)

Pois nasci, nunca vi amor
E ouço del sempre falar
Pero sei que me quer matar
Mas rogarei a mia senhor
Que me mostr'aquel matador
Ou que m'ampare del melhor
(No cd A Ordem dos Templários, Legião Urbana)

Pois nasci, nunca vi amor
E ouço del sempre falar
Pero sei que me quer matar
Mas rogarei a mia senhor
Que me mostr'aquel matador
Ou que m'ampare del melhor
(No cd A Ordem dos Templários, Legião Urbana)
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Busque amor ...

BUSQUE AMOR NOVAS ARTES, NOVO ENGENHO
Busque Amor novas artes, novo engenho,
para matar-me, e novas esquivanças;
qu não pode tirar-me as esperanças,
que mal me tirará o que eu não tenho.
Olhai de que esperanças me mantenho!
Vede que perigosas seguranças!
Qua não temo contrastes nem mudanças,
andando em bravo mar, perdido o lenho.
Mas, conquanto não pode haver desgosto
onde esperança falta, lá me esconde
Amor um mal, que mata e não se vê.
Que dias há que na alma me tem posto
um não sei quê, que nasce não sei onde,
vem não sei como, e dói não sei porquê.
Camões - épica e lírica. Coleção Margens do texto (Benjamin Abdala Junior, org.). Ed. Scipione, S.P. 1993. Pág.68
Diálética Erística
Como vencer um debate sem precisar ter razão (Arthur Schopenhauer)

Um manual de patifaria intelectual? Nada mais, nada menos. Arthur Schopenhauer (1788 - 1860) deixou inconcluso este livro breve e perturbador com que desmascara os esquemas da argumentação maliciosa e falsa, que sempre estão na moda. Por mais de um século a Dialética Erística ficou praticamente ignorada, até que o renascimento dos estudos sobre retórica e persuasão viesse tirá-la do esquecimento, mostrando seu potencial explosivo. Nesta edição, o texto é enriquecido por extensos comentários e acréscimos do filósofo brasileiro Olavo de Carvalho. A anti-sofística de Schopenhauer é netroglicerina pura.

Um manual de patifaria intelectual? Nada mais, nada menos. Arthur Schopenhauer (1788 - 1860) deixou inconcluso este livro breve e perturbador com que desmascara os esquemas da argumentação maliciosa e falsa, que sempre estão na moda. Por mais de um século a Dialética Erística ficou praticamente ignorada, até que o renascimento dos estudos sobre retórica e persuasão viesse tirá-la do esquecimento, mostrando seu potencial explosivo. Nesta edição, o texto é enriquecido por extensos comentários e acréscimos do filósofo brasileiro Olavo de Carvalho. A anti-sofística de Schopenhauer é netroglicerina pura.
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